
É tempo de pensar na compra do presente, em pegar a estrada para encontrá-la, no cardápio do almoço ou na reserva do restaurante preferido dela. Tudo isso tem que ser encaixado com todos os outros compromissos rotineiros, caso não surjam alguns inesperados.
É tempo de comemorar na companhia daquela que, desde que soube da nossa existência (a partir do útero ou a partir do coração), não soube mais o que é ser despreocupada. ‘Ser Mãe é Padecer no Paraíso’.
Ser Mãe é Padecer no Paraíso?
Os antigos repetiam muito esta máxima, na medida em que compreendiam o papel materno como a função em tempo integral de proteger, alimentar, controlar, disciplinar, cuidar da higiene, levar ao médico, à escola, vestir, fazer reforço escolar, enfim, modelar cidadãos honrados e obedientes às leis.
Ok, entendi o ‘Padecer’. E o Paraíso?
Ah, o ‘Paraíso’ é quando o(a) filho(a) corre para o colo dela e a abraça bem apertado; liga para pedir aquilo que só ela sabe fazer para ele(a); conta aquele segredo e pede para que ela não conte para o pai ( e ela não conta, mesmo!); é ser detentora de um lugar cativo, permanente e intransferível, no coração e na vida afetiva de cada um da sua prole.
Atualmente, será que a afirmativa procede?
Vejamos:
O papel da mãe, assim como de outro responsável pela formação de uma criança, é proporcionar um ambiente seguro, é fornecer uma alimentação saudável, é assegurar que a criança sinta-se pertencente àquela família. É também transmitir valores morais, tradições e reverenciar os ancestrais.
Muitas mães confundem ser ‘ mãe amiga do(a) filho(a)’ com ser uma ‘amiga do(a) filho(a)’; desta distinção do ‘ser mãe’ resulta a carência no treino de respeito às autoridades e a ausência da valorização da disciplina; consequentemente, os filhos não têm aprendido a serem responsáveis por suas atitudes e deveres; nem a seguir ordens de outros adultos significativos além de seus pais. Aprendem bem sim, a ter seus desejos sempre realizados a todo custo por elas.
Após duas décadas de abordagens pedagógicas liberais, constatamos que o resultado foi desastroso e é mister reformular os conceitos de convivência familiar.
As mães são modelos de referência poderosas, e este sim é um fardo que sempre carregaram e carregarão, por isso fiquem sempre atentas, pois a recompensa virá como paraíso ou não.
É tempo de comemorar na companhia daquela que, desde que soube da nossa existência (a partir do útero ou a partir do coração), não soube mais o que é ser despreocupada. ‘Ser Mãe é Padecer no Paraíso’.
Ser Mãe é Padecer no Paraíso?
Os antigos repetiam muito esta máxima, na medida em que compreendiam o papel materno como a função em tempo integral de proteger, alimentar, controlar, disciplinar, cuidar da higiene, levar ao médico, à escola, vestir, fazer reforço escolar, enfim, modelar cidadãos honrados e obedientes às leis.
Ok, entendi o ‘Padecer’. E o Paraíso?
Ah, o ‘Paraíso’ é quando o(a) filho(a) corre para o colo dela e a abraça bem apertado; liga para pedir aquilo que só ela sabe fazer para ele(a); conta aquele segredo e pede para que ela não conte para o pai ( e ela não conta, mesmo!); é ser detentora de um lugar cativo, permanente e intransferível, no coração e na vida afetiva de cada um da sua prole.
Atualmente, será que a afirmativa procede?
Vejamos:
O papel da mãe, assim como de outro responsável pela formação de uma criança, é proporcionar um ambiente seguro, é fornecer uma alimentação saudável, é assegurar que a criança sinta-se pertencente àquela família. É também transmitir valores morais, tradições e reverenciar os ancestrais.
Muitas mães confundem ser ‘ mãe amiga do(a) filho(a)’ com ser uma ‘amiga do(a) filho(a)’; desta distinção do ‘ser mãe’ resulta a carência no treino de respeito às autoridades e a ausência da valorização da disciplina; consequentemente, os filhos não têm aprendido a serem responsáveis por suas atitudes e deveres; nem a seguir ordens de outros adultos significativos além de seus pais. Aprendem bem sim, a ter seus desejos sempre realizados a todo custo por elas.
Após duas décadas de abordagens pedagógicas liberais, constatamos que o resultado foi desastroso e é mister reformular os conceitos de convivência familiar.
As mães são modelos de referência poderosas, e este sim é um fardo que sempre carregaram e carregarão, por isso fiquem sempre atentas, pois a recompensa virá como paraíso ou não.
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